Marketplace ou e-commerce: qual a melhor opção para o seu negócio?

Um dos principais impactos da popularização da internet no mercado é a adesão cada vez mais evidente de negócios digitais, como o marketplace e e-commerce, que podem gerar dúvidas nos empreendedores na hora de escolher como expor produtos e serviços.

Para identificar qual modelo se enquadra em seu negócio, é de grande importância, primeiramente, compreender os conceitos e distinções de maior destaque.

Imagine como exemplo, uma empresa que possui sua própria plataforma para a venda de tela perfurada, com a exposição de produtos, valores, descrições, entre outros elementos cruciais.

Por mais que alguns elementos possam ser terceirizados, como a logística ou a criação de site, o cliente em potencial ou consumidor adquire diretamente da empresa.

Nesse caso, se trata de um e-commerce, enquanto o marketplace é caracterizado por plataformas que viabilizam a atuação de diversos vendedores, ou seja, é possível dizer que é um meio coletivo de transações comerciais.

Basicamente, esse modo coletivo apresenta uma plataforma com produtos de outras empresas, o que proporciona o acesso dos consumidores a uma vitrine notável.

Principais aspectos de cada modelo

O modo de funcionamento se distingue de maneira significativa, principalmente, na forma de enfrentar os seguintes pontos:

Visibilidade

Devido à variedade de produtos, o marketplace pode ter uma maior visibilidade, o que contribui com que, principalmente, empresas novas possam atrair atenção e alcançar maior autoridade.

É válido citar que os produtos são divulgados a partir do momento que a empresa passa pelo processo de cadastro,sendo que eles são apresentados conforme os interesses do usuário e buscas.

Todavia, há alguns pontos que exigem atenção quando se trata da visibilidade, como a comissão cobrada, que varia, principalmente, de acordo com a divulgação requisitada na parte da realização do cadastro.

Se por um lado o alcance pode ser maior no marketplace, por outro, o e-commerce tem um modo de operação que atende um mercado específico.

Por exemplo, se uma marca vende cofre boca de lobo, apenas esse e outros produtos da empresa serão disponibilizados na plataforma, o que pode contribuir com a fidelização dos clientes.

Pagamento

Conforme será abordado, o investimento na criação de uma plataforma, e demais elementos, ao se tratar de um e-commerce, fica por conta do empreendedor – e não seria diferente ao se tratar dos modos de pagamento.

A diversidade pode fazer grande diferença para amenizar o abandono de carrinho, ou seja, quando a pessoa já selecionou os produtos e desistiu de comprar. Além disso, pode contribuir com a fidelização.

Esse é o caso de uma loja de pallet de contenção que aposta em pagamentos diferenciados, como boleto bancário e diferentes modos de crédito, podendo potencializar a praticidade proporcionada para os consumidores.

No caso do marketplace, assim como os demais elementos, é o empreendimento responsável pela plataforma que atende os custos e a resolução de cada processo, como etapas de segurança e opções oferecidas.

Concorrência

Um dos principais pontos a ser considerado ao se tratar da concorrência é que, conforme citado, o marketplace conta com uma atuação mais ampla, o que remete ao fato de que o e-commerce se destaca por uma relação mais próxima de apenas uma marca com o consumidor em potencial.

Esse ponto aponta uma relação distinta com a concorrência nesses sistemas, uma vez que no marketplace outros produtos são apresentados na mesma página, o que permite comparações mais ágeis por parte dos consumidores.

Lucratividade

Em relação à lucratividade, conforme abordado, no marketplace há uma comissão a ser paga de acordo com a divulgação almejada, o que pode variar de maneira significativa entre as plataformas.

No entanto, é válido considerar que, de um modo geral, tanto essa alternativa quanto o e-commerce são consideradas lucrativas, por mais que sejam de perspectivas distintas.

Isso se deve ao fato de que o marketplace tem o lucro ligado ao volume, enquanto o e-commerce é um canal de vendas direto, ou seja, a o ganho está associado ao diferencial proporcionado pela empresa.

Investimento

Sem dúvidas, é preciso ter noção dos custos que podem estar envolvidos nos dois estilos de divulgação, pois essa questão pode ser decisiva para identificar o mais compatível com as indispensabilidades da corporação.

Por causa da estrutura apresentada, o e-commerce exige os seguintes tipos de investimento:

  • Criação da plataforma;
  • Identidade visual;
  • Segurança para pagamento;
  • Design.

Já no marketplace, ao falar do investimento, ele pode ser relativamente inferior, devido ao fato de que a empresa criadora da plataforma exerce o principal papel em relação à estrutura e, muitas vezes, até mesmo na forma de pagamento.

Existe a opção ideal?

Nesse contexto, é muito importante abordar que ambas plataformas viabilizam os processos de compra e venda digitais, mas não há um padrão a ser seguido, especialmente ao considerar as divergências notáveis entre cada empresa.

Por outro lado, há alguns cenários que podem ser mais favoráveis de um modo geral para o e-commerce ou para o marketplace.

Por exemplo, se uma empresa que tem uma lista variada de produtos, como elástico fino para touca descartável, deseja começar a vender na internet, o marketplace pode ser uma opção viável.

Isso se deve ao fato de que, devido à atuação mais abrangente, o custo operacional pode ser significativo, assim como outros investimentos envolvidos no processo.

No entanto, quando uma marca já é consolidada, e/ou possui uma loja física, e deseja alinhar com um negócio digital para estabelecer um canal direto, apostar em um e-commerce e investir em divulgação são ações que podem ser favoráveis para a empresa.

Sendo assim, seja um empreendimento que atende o segmento de construção, com itens como tampa de concreto ou outro segmento, entre as principais questões que devem ser consideradas está a atuação da empresa, se é um mercado específico ou amplo.

Os recursos financeiros ligados a cada sistema também devem ser analisados com cautela, principalmente, quando são empresas novas.

De qualquer maneira, é fundamental compreender que a consolidação da marca pode ser alcançada a partir de ambos modelos, desde que sejam devidamente estudados e aplicados com cautela.

Dicas para atuar em cada plataforma

Identificou qual é o método mais adequado para o seu negócio? Embora existam particularidades a serem atendidas com muito cuidado em cada empresa, algumas dicas podem contribuir de maneira significativa para a atuação em cada alternativa, tais como:

Marketplace

Se uma empresa que atua com peças bobcat, como pneus, lâminas, engrenagens, entre outros itens para veículos industriais deseja apostar no marketplace, assim como empreendimentos de outros setores, é interessante que questões como as seguintes sejam respondidas:

  • Quais são as principais características da plataforma?
  • Qual é o melhor modo descrever os produtos?
  • Existe preparo para atender a demanda?
  • Como melhorar a logística?

São questões importantes para os empreendedores que desejam se destacar e priorizar a qualidade na atuação no marketplace.

Afinal, se deve considerar a concorrência direta e ao fato de que esse tipo de plataforma apresenta ferramentas específicas para comentários e avaliações dos consumidores.

Em relação à logística, muitas vezes o frete tem forte influência na concretização de uma compra, então uma grande dica tanto para o marketplace quanto para o e-commerce é buscar parcerias que favoreçam uma logística eficaz e com um bom custo-benefício.

E-commerce

Assim como no caso anterior, é preciso identificar a plataforma ideal, mas os aspectos averiguados são diferentes, tais como:

  • Possibilidades de personalização;
  • Usabilidade;
  • Segurança;
  • Suporte.

Essas são apenas algumas questões fundamentais para garantir que o e-commerce seja atrativo e funcional, principalmente, quando se considera a necessidade de adaptação associada ao design, sistema de cobrança, entre outras possibilidades.

No caso do suporte, basta imaginar uma empresa que comercializa materiais de construção, como pingadeira de concreto, e enfrenta falhas na plataforma selecionada, certamente ter suporte especializado fará grande diferença.

Naturalmente, há outros pontos que exigem atenção, como a implantação de recursos para atender os clientes de forma ágil e eficiente, como chats, e a disponibilização de outros canais.

Além desses aspectos, é válido abordar que o marketplace e o e-commerce também podem ser empregados de forma complementar, por exemplo, um empreendimento que vende telas e cercas, como de arame galvanizado, pode estar associado aos dois modelos.

No entanto, em vez de separar a administração de cada um, é preciso visar uma gestão unificada e que priorize a qualidade em cada etapa, desde a escolha das plataformas, qualidade dos produtos, até a entrega.

A possibilidade de alinhá-los reforça a questão de que não são excludentes, basta que o modo de atuação da empresa seja avaliado cautelosamente para identificar a solução mais compatível com suas necessidades.

 

Entenda como aplicar um plano de negócios no seu e-commerce

O E-commerce é uma alternativa que pode ser bastante promissora quando o objetivo é trabalhar com vendas online.

Prova disso é o fato de que 74% dos brasileiros que compram pela internet preferem fazer aquisições nessa plataforma, de acordo com um levantamento da NZN Intelligence.

Seja pela comodidade ou pela praticidade de não ter que ir à uma loja física, o comércio virtual é uma modalidade que ganha audiência a cada dia e, portanto, é uma boa oportunidade para expandir seus negócios na internet.

Roupas, cosméticos, acessórios industriais como conexões em aço inox, calçados. São tantas possibilidades de venda e isso mostra o quanto essa opção pode beneficiar os mais diversos segmentos do mercado.

Vale destacar que, assim como no negócio físico, é preciso fazer um plano de negócio para sua loja virtual.

Se interessou pelo assunto? Continue a leitura, pois vamos abordar algumas dicas de como você pode estruturar seu negócio na web.

Avalie seu produto

Pare e pense: o seu produto é algo que ganharia visibilidade e geraria um aumento de vendas com o mercado online?

Essa avaliação das oportunidades e características do produto nesse meio, bem como a análise das estratégias da concorrência, é um ponto de partida para a estruturação de um plano de negócio.

Vamos imaginar que você vende peças para autoclave e atende um nicho de mercado específico como consultórios odontológicos, laboratórios e áreas que utilizam a ferramenta para esterilizar instrumentos de trabalho.

Ao disponibilizar as peças online, as chances de elevar as vendas são altas, pois esse é um produto especializado e vender pela internet é algo que proporciona um acesso maior aos acessórios, independentemente da localização.

Outro exercício que pode te ajudar a responder essa questão é fazer uma análise das vendas de suas mercadorias feitas a partir de um e-commerce.

Estude a persona do seu negócio

Você sabe o que persona? É a representação do seu cliente ideal transmitida em um personagem fictício e que pode auxiliar muito na construção das estratégias de marketing e vendas da sua empresa.

Essa construção é feita com base em entrevistas, análise de dados e outras metodologias que ajudam seu empreendimento a identificar o perfil do cliente, seus hábitos de compra, preferências, necessidades e características emocionais.

Imagine que a persona da sua empresa é uma pessoa responsável pelo setor de compras de uma indústria. Será que essa pessoa teria confiança em adquirir acessórios como uma câmara fria à um clique de distância?

Considerando que esse  equipamento é fundamental na movimentação de cargas leves ou pesadas e que os maquinários industriais são variados, é importante certificar-se que todas as informações da descrição do produto são explicativas.

Do mesmo modo, é fundamental que haja uma equipe de atendimento disponível no chat para tirar todas as dúvidas do cliente.

Para te ajudar a mapear informações importantes da persona na hora de propor um modelo de negócio no mundo virtual, separamos alguns critérios que você deve pesquisar.

São eles:

  • Ter informações concretas sobre os hábitos de compra da persona;
  • Avaliar a relação do seu público com a internet;
  • Estudar o perfil do cliente;
  • Prestar suporte adequado para seu público durante a compra.

Especialmente no caso do suporte para a compra, é muito importante que você invista em uma equipe de atendimento.

Se o cliente precisa comprar uma bomba de água e não sabe qual é a mais adequada para sua instalação, é fundamental que ele tenha acesso à informações de qualidade para não ter algum tipo de frustração.

Lembre-se que uma boa experiência de compra é importante para que o cliente tenha confiança no seu modelo de negócio. Faça outras compras e indique o serviço.

Analise a concorrência e mostre diferenciais

Estudar a concorrência é algo que vale para todos os modelos de empreendimento.
No universo dos e-commerces não é diferente.

Afinal, você precisa saber os pontos fortes da concorrência para ter insights de como mostrar seus diferenciais.

Se você tem um comércio na área de acessórios industriais como tubo de aluminio quadrado, válvulas industriais, roscas e parafusos, saiba como os seus concorrentes estão trabalhando online

Qual é a plataforma que eles utilizam? Como descrevem os produtos e atendem os clientes? Qual é o tempo estimado para a entrega física do produto?

Se você já ouviu o termo análise SWOT, saiba que vale a pena utilizar essa ferramenta para descobrir os pontos fortes da sua marca e trabalhar essa imagem na web.

Na prática, a sigla faz referência a fatores como forças, fraquezas e oportunidades do negócio.

Para se ter uma ideia, imagine que a especialidade do seu negócio é oferecer produtos como a serra copo para concreto, que é uma broca adaptada para perfuração desse tipo de material.

Se a concorrência conta com o mesmo produto, mas não informa a certificação de qualidade da produção essa é uma forma de mostrar seu diferencial.

Do mesmo modo, se ela trabalha com peças provenientes de um fabricante que não é tão conceituado no mercado e desconhecido pela ABNT, essa é uma oportunidade de mostrar que o seu produto é melhor.

Estruture as operações logísticas

Todo produto que é vendido online precisa estar armazenado em algum lugar e chegar ao comprador de algum jeito.

Por isso, antes de abrir uma loja virtual se questione se a sua empresa tem os recursos necessários para a logística de operação que faz parte desse modelo.

Coloque tudo na ponta do lápis, como:

  • Custo do frete;
  • Local de armazenamento das mercadorias;
  • Domínio da loja virtual;
  • Investimento em hospedagem segura;
  • Parceria com formas de pagamento diferenciadas;
  • Assistência técnica para o site.

Equipamentos específicos como um forno para fundição de alumínio necessitam de um local amplo para armazenamento e podem pesar no cálculo do frete.

Faça uma pesquisa do custo-benefício que envolve a contratação de terceiros para otimizar as operações logísticas da sua empresa e lembre-se que o cuidado com a mercadoria  no mundo virtual é o mesmo de uma loja física.

É importante ainda que todo custo-extra que possa existir, como o transporte dos itens, seja informado ao consumidor. Além disso, é preciso esclarecer as regiões atendidas pelo serviço de entrega da sua loja.

Os fornecedores devem ser contratados com cautela, pois eles também podem influenciar a experiência de compra do cliente e a responsabilidade desta questão é do seu negócio.

Invista em boa experiência para o usuário

O que torna a experiência de compra positiva? Não importa se você vende um transformador de tensão pela internet ou uma roupa, há muitos fatores que podem atrair e fidelizar seu cliente ou fazer com que ele abandone o carrinho de compras.

Em produtos técnicos como o primeiro exemplo, pode ser que o cliente considere o preço transformador, a qualidade do atendente que tira dúvidas, a garantia e a certificação do fabricante.

No segundo caso, o período da entrega, o tamanho exato e a qualidade das peças correspondente ao que é mostrado nas fotografias.

Além dessas questões básicas, saiba que a facilidade de compra, as formas de pagamento disponíveis e até mesmo a velocidade de carregamento do site podem construir uma boa experiência.

Desse modo, vale testar as plataformas e investir em um design responsivo. Isso porque ele é adaptável tanto para desktop quanto para mobile. Com isso, também será interessante aprimorar as funcionalidades do e-commerce em termos de usabilidade do usuário.

Analisar a melhor plataforma, bem como as formas de pagamento disponíveis também faz parte da estruturação de negócio, afinal esses fatores impactam no setor financeiro do seu empreendimento.

Por que e-commerce?

O mundo é mobile. Os hábitos de compra mudaram com a chegada da internet e hoje muita gente adora comprar produtos sem sair do conforto do sofá de casa.

O e-commerce é um investimento que ajuda na expansão da empresa, encurta distâncias e vender online é não ter a limitação de fronteiras.

Como as pesquisas e tendências apontam para um crescimento cada vez maior desse modelo de vendas, começar um negócio na internet ou ampliar suas vendas para esse território é atualizar a competitividade no mercado diante da concorrência.

No entanto, para que as chances de sucesso sejam maiores, estruturar um plano de negócio é fundamental e faz parte para que a empresa saiba os seus potenciais, limitações e consiga evoluir no mundo dos negócios.

Se você deseja fazer parte dessa grande comunidade e ampliar suas vendas para a internet,  lembre-se da lição dos tópicos anteriores.

Desse modo, realize ações como anotar o que for necessário, além de estudar e definir metas para alcançar os objetivos da sua empresa a médio, curto e longo prazo.

Ao colocar no papel os recursos disponíveis, as metas para o futuro, as demandas mais urgentes e possíveis caminhos para sanar essas necessidades fica mais fácil dar os primeiros passos no comércio virtual.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Empréstimo consignado: O que é e como conseguir

Se você é servidor público, pensionista ou aposentado, saiba que existe um tipo de crédito feito especialmente para você. Conheça mais sobre o empréstimo consignado e saiba se essa é a sua melhor opção.

No empréstimo consignado, as suas parcelas serão descontadas na sua conta corrente assim que o seu salário for depositado. Por esse motivo, você deve deixar um valor reservado todo mês para que seja debitado.

Por esse motivo, você deve se planejar, calcular os seus gastos e saber que a parcela do seu empréstimo consignado não deve ultrapassar 25% da sua renda total mensal.

Se você está com o nome sujo, o ideal é que quite suas dívidas e as negocie para que não tenha problemas ao solicitar um empréstimo consignado.

Conheça o crédito consignado

Essa é considerada uma das linhas de crédito mais em conta e baratas que existem. Quem é pensionista, aposentado ou funcionário público tem a facilidade de conseguir crédito com juros mais baixos.

Mas é importante que você conheça os prós e contras desse tipo de empréstimo, uma vez que existem alguns riscos como ter uma dívida de longo prazo ou perder o seu emprego.

No entanto, o crédito consignado valerá a pena se você não comprometer o pagamentos das outras dívidas que você tenha e se planeje para tal ação.

Como solicitar o empréstimo consignado?

Para pedir esse tipo de empréstimo, você deverá entrar em contato com o banco ou a instituição financeira que trabalhe como esse crédito. Compare as taxas de juros que são cobradas por cada um e veja qual a melhor opção para você.

Geralmente os bancos solicitam alguns documentos pessoais no momento de fazer a cotação. Então você saberá quanto irá pagar ao final e o valor das suas prestações, que já deverão estar discriminados no seu contrato ao final do processo.

Qual a importância de emitir nota fiscal em comércio?

Fazer a emissão da nota fiscal de compra é muito importante, além de ser um documento necessário ela traz muitos benefícios, tanto para o consumidor quanto para o estabelecimento.

Apesar de ser um tema muito importante para todos, a emissão de notas fiscais geram algumas dúvidas hoje em dia para os novos empreendedores e para as pessoas que ainda não conhecem totalmente como funciona todo o processo, e não conhece a fundamental importância desse documento. Experimente a versão grátis por 30 dias.

emissão de nota fiscal

Essa dúvida de como realmente funciona o processo da nota fiscal, é normal tanto para as empresas quanto para as pessoas comuns, nesse artigo vamos mostrar mais detalhadamente as principais funções da emissão da nota fiscal, e seus benefícios.

Nunca pense somente na venda ou na compra e se esqueça da nota fiscal, isso porque é essencial para o empresário manter a sua empresa na regularidade fiscal, além da nota ser um documento obrigatório para todas as empresas.

Hoje me dia diante de toda a modernidade e mudança das leis, ainda existem empresas que deixam de emitir a nota fiscal, sem ter a noção que a nota fiscal é um documento essencial para o prosseguimento da empresa evoluir com seu crescimento, além de ser uma relação saudável entre o comerciante e o comprador.  Além disso, ela garante os direitos do consumidor e evita a evasão do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).

A emissão de NF-e é essencial por muito mais fatores. Se você tem dúvidas sobre o assunto e quer entender um pouco mais sobre a sua importância, leia o artigo que preparamos.

O que é nota fiscal eletrônica e para o que serve

A emissão da nota fiscal é uma prática muito importante e obrigatória por parte das empresas para os consumidores, a nota fiscal tem o objetivo de fazer a regularização e o registro de todo o processo de compra ou transferência de qualquer tipo de produto ou bem da empresa para um cliente ou fornecedor.

A emissão de nota fiscal é indispensável para manter seu empreendimento na legalidade. Com isso, a nota fiscal é a etapa final da venda e “a certidão de nascimento da compra”.

emissão de nota fiscal

É nela que constam informações importantes como onde e quando o consumidor adquiriu o produto, além de comprovar a garantia da mercadoria, informando o seu tipo, série, modelo, marca, série e valor.

Para que isso aconteça, existem diversos tipos de notas fiscais, para que cada tipo de nota seja direcionada para uma funcionalidade, existem notas específicas para serviços feitos pelo consumidor, notas de produto, notas de exportação, de entrada e saída e também de importação.

A importância da emissão da nota fiscal eletrônica

A tributação é iniciada na nota fiscal, sendo assim a prova de que a empresa está correta com seus tributos e os pagamentos com os relativos percentuais são devidamente recolhidos pelo governo.

Também as notas fiscais são essenciais para mostrar que a empresa está sempre em dia com sua obrigações, gerando assim confiança para os fornecedores e seus clientes no negócio. A nota fiscal é um documento que é um direito do consumidor, que em caso de algum problema com o produto, como por exemplo um defeito, o consumidor pode exigir a substituição do produto, restituição da quantia paga ou abatimento proporcional do preço, mediante a nota fiscal.

Essa obrigação de emissão de notas fiscais não se aplica para os empresários que são enquadrados como MEI (Microempreendedor individual). Para quem é MEI, emitir nota fiscal é obrigatório somente em vendas e prestações de serviços para pessoas jurídicas de qualquer porte.

Benefícios da Nota fiscal Eletrônica

A falta de informação de muitas pessoas hoje em dia, fazem com que muitas não sejam adeptas da nota fiscal, a nota fiscal foi criada em 2008 pelo governo, com o principal objetivo de oferecer mais segurança ao consumidor, agilidade e controle fiscal.

emissão de nota fiscal

A inclusão dessa tecnologia em seus processos é capaz de promover diversos benefícios para você como contribuinte, comprador e para a sociedade como um todo. Para isso, listamos alguns benefícios que a emissão da NF-e pode lhe acometer.

Para o contribuinte:

  • Diminuição dos custos com impressão e materiais para impressão;
  • Diminuição de custos de envio;
  • Aumento do espaço de armazenagem de documentos;
  • Simplificação e redução de custo dos processos;
  • Otimização do tempo;
  • Aumento da segurança e sigilo de dados;
  • Incentivo de novas tecnologias (emissor de nota fiscal).

Para o comprador:

  • Extinção de preenchimento de notas fiscais na entrada de mercadorias;
  • Redução dos erros de preenchimento;
  • Criação de padrões dos contatos com as empresas;
  • Diminuição no consumo de papel;
  • Proteção da garantia de troca ou devolução do produto adquirido.

Para a sociedade:

  • Incentivo do comércio eletrônico
  • Diminuição dos impactos ambientais
  • Probabilidade de aparecimento de novos negócios relacionados à emissão de nota fiscal.

Além da nota fiscal ser um documento muito importante, vimos acima que traz inúmeros benefícios não só para as empresa que implementam essa metodologia, mas como também para os consumidores e sociedade.

Como Economizar Nesta Crise

Hoje estamos muito apreensivos com tudo o que vem ocorrendo no mundo, para deixarmos ainda mais preocupados o nosso país está vivendo uma crise que nos deixa com medo de tudo, de perdermos nosso emprego e não conseguirmos sustentar nossa família, na realidade a crise que vivemos hoje desencadeia uma serie de outros fatores que nos enche de preocupação e tudo o que queremos é garantir o bem estar nosso e de nossa família.

Poupar

Todos nos já ouvimos falar em educação financeira e como planejar e nos educar em relação ao dinheiro para que possamos ter uma vida financeira estável e dependendo de alguns casos com rendimentos que venham a nos favorecer positivamente e com isso foram escritos vários livros com o intuito de nos ajudar nesse aspecto.

Com o acesso a diversas informações e documentos através da internet muitos foram os interesses que foram surgindo em relação a nossa educação financeira e em como poupar, principalmente agora que estamos atravessando uma crise.

Como Economizar

Há duas coisas que queremos muito saber nesse momento, uma delas é quando essa crise passara e poderemos respirar aliviados novamente e a outra é como economizar nesse momento critico que estamos vivendo em nossa economia, a resposta é simples, seguindo algumas dicas conseguiremos economizar.

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Para economizarmos nessa crise devemos anotar tudo o que vamos gastar para ter um controle maior deveu prestar atenção nas taxas e desapegar de rótulos, escolhendo um produto similar, pague suas contas em dia e para finalizar negocie em tudo, você verá como conseguirá ótimos descontos.

Brand Equity: aprenda a gerar valor para sua marca

No mundo dos negócios, não é raro ver empreendimentos com recursos de sobra negligenciando o Brand Equity, um erro capaz de tornar a imagem da empresa praticamente insustentável.

 

O Brand Equity é um termo cada vez mais popular na área de marketing, que se refere ao valor agregado de um produto ou serviço. Ele está baseado na importância da força e da relevância que a marca pode ganhar no mercado, principalmente por meio das estratégias digitais.

 

Por isso, as empresas que investem no fortalecimento das marcas costumam ver o esforço traduzido em lucratividade, com resultados cada vez mais expressivos, independente do segmento de atuação ou das dimensões do negócio.

 

Por isso hoje em dia é fundamental o conhecimento sobre o que é Brand Equity e como usá-lo no Marketing Digital.

O que é Brand Equity?

 

Brand Equity é uma expressão na língua inglesa que pode ser traduzida como valor de marca, de uma maneira simplificada. Trata-se, portanto, de um valor intangível, diferente do patrimônio físico de uma empresa, e que não pode ser medido objetivamente, seguindo critérios abstratos de avaliação.

 

Entretanto, o Brand Equity não é apenas uma identidade facilmente reconhecida, mas sim da maneira como os clientes e potenciais clientes encaram a marca, a imagem que têm do empreendimento.

 

Essa percepção faz toda a diferença na valorização da corporação e dos seus produtos ou serviços, que podem ser desde a tradução simultânea SP até um simples dicionário. E quando a marca alcança certo prestígio e reconhecimento, isso com certeza reflete em sua lucratividade.

 

Uma vez que o branding visa o fortalecimento de marcas, pode-se dizer que quando bem planejado e executado, o trabalho de branding gera o Brand Equity. Isso significa que quanto mais forte for a imagem de uma empresa, maior tende a ser o seu valor no mercado.

Por que a força de uma marca é tão importante?

 

Principalmente no início dos investimentos, os empreendedores podem se perguntar se ter uma marca forte no mercado pode fazer tanta diferença, principalmente considerando o produto ou serviço oferecido, como uma consultoria ambiental em Campinas, que pode não ter tantos concorrentes na região.

 

No entanto, há pelo menos três aspectos que contribuem para a relevância do Brand Equity. São eles:

Poder de influência no mercado

As marcas mais fortes tendem a ditar as tendências e até mesmo o ritmo do mercado em que atuam. Quando se fala em mercado no segmento de tecelagem, por exemplo, é preciso considerar competidores e também fornecedores de materiais, como tecidos, linhas, etiquetas para confecção.

 

Todos os parceiros, distribuidores e até veículos de imprensa, de uma maneira geral, têm alguma participação.

 

O poder de influência dá uma enorme vantagem às empresas, aumentando as chances de sucesso junto ao público.

 

Isso ocorre devido à liderança nas decisões sobre lançamentos, distribuições, preços e até estratégias de marketing.

Percepção de valor dos clientes

Outro grande efeito do Brand Equity é a sua influência sobre a percepção de valor dos clientes. Quanto mais forte é a marca, maior é o valor que o cliente tende a dar a ela.

 

Para verificar como isso funciona na prática, podemos avaliar o desempenho de uma empresa fornecedora de botijão de gás valor um pouco acima do mercado, por exemplo.

 

Ela pode continuar com a preferência dos clientes, mesmo oferecendo serviços ou produtos muito similares, desde que tenha uma marca forte.

 

Além disso, ela pode ter maior prestígio junto à audiência, o que aumenta o grau de confiança dos colaboradores da empresa. As corporações que encaram essa aprovação como espaço para crescer e inovar, tendem a ser bastante bem sucedidas.

Lealdade à marca

Outro grande trunfo da Brand Equity é a conquista da lealdade dos clientes, que geralmente acontece com as marcas que se dedicam ao fortalecimento de suas marcas.

 

A lealdade costuma começar com o retorno do cliente. Com o tempo, ele tende a fidelizar o consumo e, mais do que isso, se transforma em um defensor da empresa. Isso acontece principalmente nas redes sociais, em que os consumidores se sentem mais à vontade para interagir nos canais de comunicação e recomendar um produto ou serviço.

 

Essa lealdade representa um bom lucro para uma revendedora de comedouro automático para gatos, entre outros produtos. Afinal, além ter um ticket médio mais alto, os defensores de marca tendem a trazer novos clientes, de maneira orgânica e gratuita.

Brand Equity no Marketing Digital

 

Hoje em dia é praticamente o impossível citar uma empresa ou marca forte, reconhecida e popular que não tenha presença digital.

 

O Marketing Digital é fundamental para um bom Brand Equity, e demanda alguns cuidados, como:

  1. Entrega da mensagem certa;
  2. Escolha dos canais mais adequados;
  3. Tom e voz da conversa;
  4. Frequência e constância online.

1. Entrega da mensagem certa

Para conseguir gerar um impacto positivo no mercado, é importante que as marcas passem uma imagem capaz de criar intensa identificação com o público.

 

Por isso a descoberta da mensagem certa para cada empresa é o primeiro passo para uma empresa se aproximar da audiência.

 

Uma empresa especializada em instalações para o reuso de água de chuva, por exemplo, pode focar na sustentabilidade e nos benefícios que o aproveitamento do recurso hídrico tem para o meio ambiente.

 

Esses aspectos podem ser utilizados para a empresa se posicionar com mais assertividade, atraindo mais clientes em potencial.

2. Escolha dos canais mais adequados

Depois de descobrir a mensagem que a empresa deseja passar, é fundamental a elaboração de um plano. Ele deve prever os conteúdos responsáveis por transmitir a mensagem, assim como os canais em que a marca deve estar presente.

 

Nesse sentido, é importante ressaltar que mais vale a presença limitada mas com qualidade, do que quando ela é feita sem sentido.

 

Em outras palavras, não é preciso estar em todas as redes sociais para ter sucesso online. Ao invés disso, o ideal é dedicar-se para que a empresa esteja presente nas plataformas que concentram o seu público alvo, com qualidade e relevância.

 

Além das redes sociais, o blog também pode ser bastante eficiente na construção de uma Brand Equity. Os artigos informativos sobre cadeira de rodas motorizada, por exemplo, servem para aproximar a relação com a audiência, ao mesmo tempo em que constroem certa autoridade para a empresa sobre a mobilidade de pessoas com deficiência.

3. Tom e voz da conversa

Mesmo investindo consideravelmente em produção e distribuição de conteúdos de qualidade, em canais populares entre o seu público, algumas empresas podem falham na construção de uma imagem positiva e forte.

 

Isso pode ocorrer principalmente devido à forma como a conversa com a audiência é conduzida.

 

Tom e voz utilizados nos conteúdos e campanhas sempre devem ser pensados cuidadosamente, com o objetivo de provocar reações positivas.

 

Além disso, a marca deve manter a comunicação de forma consistente, evitando mudanças repentinas, que costumam assustar as pessoas que acompanham a empresa.

4. Frequência e constância online

A produção de conteúdos apenas “de vez em quando” não é suficiente para fidelizar o público e criar percepções positivas sobre as marcas. Pelo contrário, muitas vezes o desleixo de não manter uma atividade frequente nos canais online pode até render pontos negativos.

 

O ideal é regular e ter uma presença com produção contínua. Desta forma, a produtora de cestinha de mercado, por exemplo, consegue incentivar o interesse do público, com aproximação crescente e as pessoas interessadas nos conteúdos aprendendo cada vez mais.

 

A presença com mensagem forte e coerente, regular, em canais adequados e bem escolhidos é o grande objetivo do Brand Equity no Marketing Digital.

 

Assim, as marcas podem aproveitar as estratégias online para se aproximar cada vez mais do seu público e se transformar em grandes potências de mercado. Contudo, o principal segredo é o planejamento adequado, bem como a contratação de profissionais especializados para a condução das ações de marketing.

 

Com os conhecimentos específicos, eles podem realizar planos e ações de acordo com as necessidades e objetivos de cada empresa, levando em conta as principais tendências no mercado em que ela se insere.

 

O investimento em Brand Equity é fundamental para a construção de uma empresa com identidade marcante o suficiente para se tornar a primeira escolha dos potenciais consumidores.

 

Mais do que isso, com as ações adequadas, o marketing e o Brand Equity podem auxiliar os negócios a se transformarem em grandes potências, mesmo com poucos diferenciais em comparação com os seus concorrentes, agregando muito mais valor para o empreendimento.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como vender por telefone?

Assim como a equipe do telefone-numero.com pontuou, é preciso técnica para realizar vendas pelo telefone.

Com o crescimento da tecnologia, ainda que hajam muitos chatbots, o contato humano é primordial. 

 

Por isso, este artigo iremos falar sobre algumas técnicas que você pode aplicar an sua empresa. Confira!

Seja Interessante!

Isto é algo que tem afetado todas as pessoas que fizeram uma ligação externa em algum momento de sua carreira – e afeta algumas pessoas todos os dias! 

 

Se você é trabalha com seguros de viagens, e tem que fazer um grande número de chamadas para fora, em que você está dizendo as mesmas coisas ou semelhantes em cada chamada, isso provavelmente está afetando você agora!

 

Pense nisso … já fez o seu pitch de vendas umas 50 vezes hoje. Falas com a próxima pessoa e, adivinha … parece que é a 50ª vez que a entregas hoje! 

 

O problema é que é a primeira vez que esta pessoa a ouve! 

 

Não merecem o teu melhor esforço, em vez do cansaço, do tédio, “prefiro estar em casa do que fazer esta chamada” da forma como acabou de entregar?!!

Ainda mais técnicas práticas para vender por telefone

Aqui algumas de nossas idéias práticas para como vender através do telefone, o que vai ajudá-lo a ser confiante e natural, ouvir mais, evitar suposições e mantê-lo interessante.

Elimine os vícios de linguagem (por exemplo,hummm, ahhs e ers)

Tiques verbais, muitas vezes referidos como “Tipo”, ahh, hummmm, são frequentemente interpretados como um sinal de incerteza, o que o afasta do cliente.

Em vez disso, você deve fazer uma breve pausa quando você sente a necessidade de adicionar um “enchimento”, como” umm “ou” like”, para fazer o cliente se agarrar a cada palavra.

Ouça as sua ligações anteriores

Uma grande técnica para melhorar o seu desempenho por telefone é ouvir as suas chamadas. Isso lhe dará grandes pistas sobre como você pode melhorar no futuro.

 

Mantenha a postura enquanto estiver sentado

Pesquisas sugerem que ter uma boa postura ao fazer uma ligação, ajuda você a falar com mais convicção, fazendo com que você pareça mais confiante no processo. Sentar-se Direito e de pé também ajuda você a projetar sua voz e falar claramente.

Pratique falar 20% mais devagar

Se você ficar nervoso no telefone, é mais do que provável que você vai começar a falar mais rápido e mais rápido.

 

Então, fale devagar, com o objetivo de falar 20% mais devagar do que você normalmente faria e soar mais natural e claro. 

 

Além disso, não tenha medo do silêncio; pode ser uma poderosa ferramenta de vendas.

Controle a respiração

Quando você fica nervoso, você vai notar que sua voz se move do seu peito para cima, de modo que o som emerge do seu nariz e garganta. 

 

Isso faz você parecer que está chorando, pois sua respiração não transmite um som natural, muitmenos confiança para o receptor. Quando isso acontecer, expire e pratique falar em um tom mais profundo.

Chame o cliente pelo nome ao menos três vezes em uma chamada

Usando regularmente o nome do cliente demonstra que você está ouvindo ativamente e é uma ótima maneira de desenvolver a conversa. 

 

As pessoas irão ter maior interesse nos vossos pensamentos e ideias quando ouvirem o seu nome e são mais propensos a dar-vos toda a sua atenção.

Aplicar “sinais verbais” à conversa

Acenos verbais, como “uh-huh”, e “eu vejo”, ajudam a combater o silêncio puro no seu lado do telefone, o que faz com que o cliente se sinta impotente e pouco apreciado. 

 

Assim, um vendedor deve usar esses ruídos para garantir ao Cliente seu foco e compreensão.

Repetir a palavra ou frases de um cliente

Repetir uma palavra ou frase que o seu cliente usou encoraja-os a expandir os seus pensamentos. 

 

Um exemplo de seguro seria se o cliente diz, “Eu preciso que ele seja confiável e cobrir …” e você repete a palavra “confiável” , você está permitindo que eles se abram e fornecer a si mesmo com informações valiosas.

 

Seguindo todas estas dicas, certamente você conseguirá aumentar as suas vendas e terá clientes mais satisfeitos com o seu atendimento.

Como fidelizar seu cliente com marketing one to one

Vivemos a época da comunicação, da customização, da Internet das Coisas, da conectividade e dos nativos digitais. As implicações desses novos paradigmas culturais são enormes, e redundam nas mais interessantes estratégias de publicidade, como no caso do Marketing one to one.

Customização nada mais é que, a demanda do cliente por uma solução que seja adaptada/configurada para ele. Essa personalização é feita segundo necessidades específicas de cada pessoa.

Com o avanço da internet e com o aumento incrível do fluxo de informações e notícias que vemos atualmente, esse tipo de exigência tem se tornado o mínimo que uma empresa precisa entender em nome do seu público-alvo.

Aí é que entra o papel do marketing one to one (ou seja, “de um pra um”). Mais do que público-alvo, hoje se fala em persona, mais ou menos como se as empresas/marcas tivessem que ter um rosto e agir tal como se fossem de carne e osso, e não apenas uma instituição com foco em números e mais números.

Para entender melhor as implicações dessa verdadeira revolução que temos vivido, e como fidelizar os seus clientes por meio dessas estratégias indispensáveis, continue a leitura!

A estratégia one-to-one e o inbound marketing

Como vimos acima, personalização e customização são as palavras da vez.

De fato, a maior diferença do marketing tradicional para o marketing one to one é essa mesmo: antigamente as empresas focaram todos os seus esforços em estratégias que quase nunca prevaleciam o cliente, nem tentavam “pensar com a cabeça dele”.

Geralmente isso se dava de dois modos. Primeiro, exagerava-se na autopromoção, tentando convencer o público de que tal empresa era melhor que a concorrência. Segundo, havia excesso na promoção dos produtos/serviços, o que era outro modo de focar nas vantagens que a marca trazia, em detrimento das outras disponíveis no mercado.

Assim, ao atuar na área de portão tubular (um dos modelos mais indicados para garagens), por exemplo, o marketing tradicional pode levar uma empresa a focar seus esforços em panfletagem e outros formatos de outbound, que é o marketing “de saída”, o qual lida com estratégias de cunho fortemente comercial e apelativo.

Embora esses recursos antigos também tragam resultados, a tendência atual é a de ir na contramão, utilizando estratégias do que se convencionou chamar de inbound, que é o marketing “de entrada”.

No mesmo exemplo dos portões, talvez na área de manutenção de servo motor, por exemplo, o que a empresa faria seria focar na persona do cliente, nas expectativas que ele tem em relação ao motor para portão automático, e por meio disso chamar a atenção do cliente com soluções/materiais de qualidade. Nas redes sociais, em blogs, vlogs e demais canais que dão todo um suporte mais personalizado para o cliente.

De fato, o inbound marketing é uma extensão do marketing “um pra um”, uma vez que a filosofia que norteia ambos é exatamente a mesma. Nele reside uma das melhores maneiras de se fidelizar os clientes de hoje em dia.

Tendências de mercado e “educação” dos clientes

Outro modo de definir esse cenário é o seguinte: podemos dizer que o marketing tradicional tinha por base e princípio o produto/serviço, de tal modo que o que mais precisava era encontrar clientes para a sua oferta, a qual vinha antes de tudo.

Nos formatos atuais temos o contrário: a empresa desvenda ou define quem é o seu público, a ponto de poder trazer a solução que certamente vai agradar, fidelizar e tornar o cliente um fã defensor da marca.

Isso é realmente possível, e com a internet e o avanço tecnológico de softwares (seja de gestão de vendas, seja de parametrização e estudos de caso), é mais fácil e recomendável do que nunca.

No mercado de eletrônicos, por exemplo, em vez de simplesmente fazer um site institucional e ficar esperando os clientes virem, a empresa pode fazer pesquisas a respeito das palavras-chave mais buscados no seu segmento.

Ao constatar que “Preço transformador” tem uma procura alta, ela pode focar seus esforços em não apenas fazer promoções (com “preço” baixo), mas também gerar conteúdo em torno desse produto, por meio de redes sociais e blogs, “educando” o cliente sobre as vantagens desse tipo de solução.

Conhecer a persona e falar sua língua é o modo mais efetivo de praticar o marketing one to one, independente do formato que ele for assumir no conjunto das estratégias. Por isso, vamos aprofundar esse conceito adiante.

Como compreender a fundo o perfil do cliente?

Certamente, sem conhecer sua própria persona e a persona do seu público, não é possível praticar o marketing de “um pra um” com efeitos realmente sólidos e capazes de trazer resultados no curto, médio e longo prazo.

Além dos softwares de levantamento de dados e tendências de mercado, já mencionados acima, outra dica importante é a dos feedbacks de clientes. Só assim a empresa pode se manter em dia a respeito do que o público diz.

Se a marca se especializou em mica isolante, por exemplo, que é um produto voltado para isolamento elétrico/térmico (aplicado universalmente, tanto em máquinas industriais injetoras quanto em secadores de cabelo), antes de tudo ela precisa entender a fundo sobre as várias empresas que compraram dela.

Para isso, a formação da persona deve responder várias perguntas, tais como:

  • Qual o perfil ideal do meu cliente?
  • Quais as principais preocupações que ele tem?
  • O que ele espera da relação com meu produto/serviço?
  • O que mais o encanta nesse tipo de solução?
  • O que mais o frustra nesse segmento?
  • E daí por diante.

O interessante é responder várias perguntas dessas, e depois criar mais de um perfil ideal. O foco dessa estratégia é saber como agir com o cliente em todas as etapas do funil de vendas. Ou seja, desde o momento em que ele figura como um interessado/visitante, passando pelas etapas clássicas do lead (suspect, prospect, etc.) até tornar-se um cliente.

O marketing one to one consiste em falar a mesma língua que o cliente, não apenas no pós-venda ou no pré-venda, mas desde o momento da manufatura do produto ou formulação de como deverá ser o serviço.

Domine os 4 pilares do marketing one to one

Don Peppers e Martha Rogers estão, certamente, entre as maiores referências mundiais quando o assunto é marketing “um pra um”.

Segundo eles, existem quatro etapas clássicas nessa estratégia:

  1. Identificação;
  2. Diferenciação;
  3. Interação;
  4. Personalização.

1.                 Identificando os clientes

Esse esforço consiste na formação das personas da própria marca. E também do público, mas em sentido mais amplo (não a dos perfis, que são a próxima etapa).

Cada empresa sabe, certamente, por que motivo decidiu se estabelecer. Ou seja, qual é a proposta central dela: quais soluções traz, por meio de seus produtos/serviços, para o mercado e para as pessoas.

A cerâmica industrial, por exemplo, é um artefato indispensável para as indústrias da atualidade. Altamente customizáveis, elas são solicitadas quando outras peças tradicionais não atendem uma demanda, de modo que possam suprir setores os mais variados (químicos, farmacêuticos, automobilísticos, etc.).

Ter em mente essas vantagens ajuda na definição da persona da marca. Depois, é preciso identificar os clientes possíveis, ainda de modo abrangente.

2.                 Diferenciando os clientes

Aqui o esforço é o de formar os perfis específicos, conforme já explicado. Afinal, é impossível trabalhar com uma persona muito ampla.

O foco deve ser o de criar como que linhas de atendimento, mais ou menos como grupos que possam se expandir com o tempo. Portanto, essas categorias devem ser capazes de abranger todos os perfis existentes.

Se a empresa vende detector de fumaça endereçável, por exemplo, ela deve saber que seu produto pode ser comprado por escritórios, mas também por salões comerciais, ou por shoppings, ou por galerias, e daí por diante.

Cada um tem suas demandas, linguagens, expectativas, etc.

3.                 Interagindo com o cliente

Além do que já dissemos acima, o importante dos feedbacks é salientar que as tendências de mercado, e mesmo as expectativas dos clientes, mudam de tempos em tempos.

Por isso, é preciso estar sempre atento, e ter canais de abertura nos quais os clientes possam se posicionar e se sentirem à vontade para “reclamar”.

É comum ver grandes redes de alimentação e fast food que fazem promoções para quem responder questionários sobre a qualidade do atendimento e do produto. Ou seja, se é do interesse do cliente falar, é mais ainda da empresa, ouvir.

Mas isso não vale só para o varejo. A própria indústria do food service (como as empresas que vendem máquina a vácuo, freezers, fogões industriais, etc.), por exemplo, precisa interagir cada vez mais com o cliente, se quiser fidelizá-lo.

4.                 O poder da personalização

Na teoria de Don Peppers e Martha Rogers a personalização é (tal como foi neste post, para nós), a essência do negócio.

Ela não consta em quarto lugar por “ordem de importância”, mas porque só pode ser bem feita depois de as etapas anteriores terem sido cumpridas.

Um exemplo bem ilustrativo é o da construção civil, que envolve desde terceirização de serviços, como instalação de estaca raiz in loco, até fornecedores de matéria-prima e indústrias do setor primário.

Atualmente, mesmo esses setores mais amplos e nichados reconhecem que é necessário ter estratégias de identificação, diferenciação e interação com os clientes.

De fato, sem isso seria impossível dar um atendimento personalizado e atingir os objetivos do marketing one to one: a fidelização do cliente e o fortalecimento da marca.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

 

Canal inova e atrai inscritos oferecendo tarot e baralho cigano online

Inovação e criatividade são as palavras certas para destacar o trabalho do tarólogo Pedro pelo youtube.

Pedro diariamente oferece leituras com baralho cigano online e até aqui nada fora do comum, se não fosse o fato de que a pergunta ao tarólogo você envia por um aplicativo de mensagens e recebe a resposta ao vivo pelo youtube.

O tarólogo Pedro acredita que com isso consegue alcançar e ajudar mais pessoas, talvez a grande parte que se vê dificultado a ir a uma cartomante pela falta de tempo do dia a dia

A Cartomancia online através de aplicativos online é um representativo dos tempos modernos em que vivemos e apesar de causar estranhamento em muitas pessoas, principalmente naqueles que são de gerações anteriores à internet, segundo Pedro, são tão válidas quanto as presenciais.

Baralho cigano online no youtube

No canal de baralho cigano online do cartomante Pedro você pode receber respostas para suas questões de forma gratuita….

Basta enviar suas questões no grupo do telegram e ser inscrito no canal do youtube

 

SOBRE O CARTAS COM PEDRO

O cartas com pedro teve seu inicio em meados de dezembro/2017 em uma única rede social, o instagram. Em menos de 2 meses já havia conquistado 2000 mil seguidores sem fazer a menor divulgação.

-Inicialmente nem passava pela minha minha cabeça a dimensão que o cartas com pedro estava tomando, já fazia leituras com oráculos a 10 anos, mais sempre pessoalmente. Hoje o cartas com pedro é meu dia a dia, é meu trabalho, é parte da minha vida e agradeço ao Cigano Pedrovick por me conduzir a esse caminho – Pedro

Saiba como aplicar o Marketing de Serviço no seu negócio

A prestação de serviços é fundamental para a economia brasileira, com negócios em áreas básicas como saúde, educação e saneamento básico, alimentação e outros. O Marketing de Serviço se mostra fundamental justamente porque nesses casos nem sempre o “produto” pode ser tocado, por assim dizer.

 

Muitas vezes ele está mais relacionado à experiência do usuário que ele proporciona, como é o caso de um serviço como o aluguel de equipamentos como um refrigerador para medicamentos, por exemplo, que é bastante comum no setor da saúde.

 

De uma maneira geral, pode-se dizer que a prestação de serviços costuma demonstrar grande demanda, o que quase sempre leva a um aumento na quantidade de concorrentes no mercado.

 

Por isso, para garantir competitividade no mercado, as empresas precisam encontrar formas de se destacar da concorrência. Desta forma nasceu o Marketing de Serviços.

 

Tratam-se de ações que visam fazer com que os clientes consigam relacionar a empresa de projetos elétricos, por exemplo, como a melhor e mais adequada para a contratação, relacionando as vantagens do negócio.

O que é o Marketing de Serviços?

 

O Marketing de Serviços pode ser definido como um conjunto de práticas que visam o convencimento do cliente na escolha de determinada empresa, em detrimento de concorrentes, mesmo que os produtos sejam similares.

 

Para isso, é preciso analisar, planejar e aplicar táticas específicas para atender melhor às necessidades dos clientes e potenciais clientes.

 

Entretanto, o grande objetivo do Marketing de Serviços não é apenas vender, mas também conquistar e encantar o seu público. Por meio desta aproximação e aprovação, a empresa se destaca em seu mercado de atuação.

 

Contudo, o Marketing de Serviços demanda interação e compreensão de todas as áreas dos negócios, para que os empreendimentos consigam aumentar a quantidade de oportunidades de negócio.

 

Marketing de Serviços e Marketing de Produto: é a mesma coisa?

 

Marketing de Serviços e Marketing de Produto são diferentes, assim como serviços e produtos têm definições diferentes. Eles diferem e demandas diferentes formas para atrair e fidelizar os clientes.

 

Para compreender, basta pensar que os serviços possuem as seguintes características:

  • Intangibilidade – não se pode tocar ou pegar um serviço;
  • Heterogeneidade – mesmo que similares, serviços nunca são totalmente iguais;
  • Inseparabilidade – produção e consumo são parciais ou totalmente simultâneos;
  • Ausência de propriedade – está mais ligado a direito que propriedade;
  • Perecibilidade – serviço não pode ser armazenado, termina com a prestação.

 

Portanto, o Marketing de Serviços está voltado para a valorização dos serviços, posicionando as empresas como provedoras de soluções às necessidades do seu público.

 

Como em toda estratégia de marketing, a contratação de uma desentupidora zona sul, por exemplo, será apresentada como a melhor opção do mercado. No entanto, a diferença é que no Marketing de Serviços ao invés de ressaltar a qualidade do produto, a vantagem está em destacar a habilidade da empresa que oferece o serviço, incluindo a sua experiência e talento.

 

 

A principal diferença entre Marketing de Serviços e o Marketing de Produtos é que o primeiro deve focar, principalmente, nos impactos que a contratação de aluguel de geradores SP, por exemplo, pode ter na vida dos seus clientes.

 

O resultado direto da implementação de um plano de Marketing de Serviços é o aumento da visibilidade da empresa, com mais pessoas entendendo a sua missão e que serviços ela pode oferecer.

 

Assim, o empreendimento alcança muito mais oportunidades de negócios, principalmente com estratégias consistentes e capazes de convencer os clientes de que a empresa especializada em manutenção de exaustores, por exemplo, entrega exatamente o serviço que o cliente precisa.

 

Com o Marketing de Serviços, a empresa tem uma oportunidade de aumentar o valor agregado dos seus serviços, com atividades mais efetivas, com maior qualidade e agregando mais reputação para a empresa.

 

Outro ponto é a possibilidade de aumentar a taxa de fidelização, com a construção de uma base sólida de contatos e o fortalecimento do relacionamento com os clientes.

 

Para serem efetivas, as ações deve estar ligadas aos diferenciais da empresa, que também podem ser a confiabilidade ou vantagens do serviço oferecido. Assim, as empresas aumentam as chances de serem lembradas pelos potenciais clientes, quando estes procuram pelos serviços que ela oferece.

8 P’s do Marketing de Serviços

 

Quando o assunto é Marketing de Serviços, é preciso atentar-se à oito aspectos fundamentais. Os quatro primeiros, Produto, Preço, Praça e Promoção estão diretamente relacionados à oferta de produtos. Já os quatro adicionais, Processo, Palpabilidade, Pessoas e Produtividade estão mais ligados aos serviços.

Produto

Todo serviço também contém um produto, que está baseado em um resultado capaz de gerar valor para o cliente. É o caso do serviço de manutenção de tanques misturadores industriais, por exemplo, em que o produto é o benefício de ter um equipamento em perfeito funcionamento por um custo muito menor do que a compra de um novo.

Preço

No universo dos serviços, geralmente os preços são calculados levando em conta fatores mais subjetivos. Por isso, dependendo do segmento, serviços similares podem ter valores completamente discrepantes, como é o caso de um corte de cabelo, por exemplo.

 

Pode-se dizer que o preço de serviços deve envolver considerações sobre o mercado ao redor, tempo dedicado ao serviço, qualificação do profissional responsável, complexidade da situação e outros aspectos relevantes, de acordo com cada empresa.

Praça

No Marketing de Serviços, praça está relacionada ao momento de alcance e local onde ele ocorre. Por isso as ações são muito bem planejadas, com datas e prazos definidos, assim como meios de execução utilizados por fabricantes de pontes rolantes, por exemplo.

Promoção

As promoções são ações baseadas na divulgação dos serviços oferecidos, com vantagens para atrair e conquistar os clientes.

Processo

As empresas precisam ter processos internos bem estudados e definidos, para que as etapas necessárias para a prestação de serviços ocorram de maneira eficiente, possibilitando uma boa experiência para o cliente.

 

Afinal, um serviço que falha ou é demorado demais pode gerar a insatisfação e prejudicar os negócios.

Palpabilidade

Em outras palavras, a palpabilidade é a evidência física, o reconhecimento do ambiente em que o serviço é prestado. Mesmo com caráter intangível, os serviços demandam o uso de elementos visuais capazes de ajudar os consumidores na visualização das melhores ofertas.

É preciso entender que tanto mais palpável um serviço parecer para os seus clientes, maiores serão as chances de vendas. Por isso, geralmente a palpabilidade está relacionada ao atendimento ao cliente, possibilidade de atendimento por diversas plataformas, entre outros.

Pessoas

As pessoas que compõe um negócio de prestação de serviços são as responsáveis pela garantia de que o “produto” oferecido pela empresa será entregue da maneira correta, gerando a satisfação plena do cliente.

 

Portanto, é fundamental que uma fabricante de peças usinadas, por exemplo, invista na qualificação dos profissionais envolvidos na prestação de serviços.

Produtividade

A produtividade é importante no Marketing de Serviços, mas também é preciso ressaltar a necessidade de manter a qualidade.

 

No caso dos serviços, a produtividade está ligada à conclusão das tarefas respeitando os prazos pré-estabelecidos, o que possibilita maior disponibilidade e melhor atendimento.

Como aplicar o Marketing de Serviços?

Não existe uma fórmula simplificada para aplicar o Marketing de Serviços. O ideal é sempre contratar profissionais qualificados e especializados em Marketing. Assim, é possível aplicar as estratégias de acordo com as necessidades específicas de cada empresa.

 

Entretanto, boas práticas são fundamentais, dentre as quais é válido ressaltar:

  • Atendimento de qualidade e relacionamento mais próximo com clientes;
  • Investir na em presença digital, com conteúdos de qualidade;
  • Identificar o diferencial da empresa para destaque especial nas campanhas;
  • Estabelecer metas claras e realistas com prazos para execução;
  • Investir no planejamento de todas as ações e soluções;
  • Monitorar e estudar os resultados, para melhorar as campanhas.

 

A conclusão é que para se destacar no mercado, as empresas precisam atender à demanda com um serviço adequado, o que envolve muito planejamento. Isso é válido para praticamente todos os segmentos de atuação, e deve levar em conta os 8 P’s do Marketing de Serviços.

 

Desta forma, as empresas conseguem conquistar mais clientes e se manter competitivas no mercado, mesmo com concorrentes que oferecem serviços semelhantes.

 

Aos empreendedores, cabe o questionamento sobre a importância de, além de se esforçar para cumprir prazos e metas, dedicar tempo e investimento para a construção de um relacionamento mais frutífero com seus clientes.

 

O Marketing de Serviços pode ajudar na promoção da empresa, demonstrando o seu diferencial e auxiliando no convencimento e conquista do cliente.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.